A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o primeiro tratamento para a alopecia aerata. A doença que é autoimune causa queda capilar, atingindo desde pequenas áreas do couro cabeludo ou da barba, através de lesões ou até causar a ausência total de fios em todo o corpo. Má alimentação, depressão, ansiedade e questões emocionais além da falta de nutrientes no organismo também desencadeiam a alopecia aerata.

O Baricitinibe poderá ser administrado para homens e mulheres tratarem a doença. O medicamento é fabricado pela empresa americana, Eli Lilly e regulamentado pela também americana agência regulatória FDA. Estudos apontaram a eficácia com o medicamento após 36 semanas de uso.

No Brasil o remédio é regulamentado pela Anvisa. A professora da Academia Brasileira de Tricologia (ABT) e tricologista Valine Alencar, explica que “ Muitos casos são de difícil manejo, portanto, podem não ter resposta aos tratamentos convencionais. Logo, a aprovação deste medicamento, é um ganho para as pessoas que lutam contra a alopecia areata.”

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